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A essência da medíocridade

Quando falamos de mediocridade nos vem à cabeça diversos significados e pessoas.

Aposto que você já até mapeou a localização das pessoas medíocres e os níveis de mediocridade do seus espaços de convívio e na maioria das vezes no sentindo  vulgar, irrelevante, desprezível. Assim como a palavra recalque, que não tem nada a ver com beijinho no ombro. Diz a psicologia…

Mas no fundo, bem lá no fundo, não é nem isso nem aquilo. Medíocre é nada mais nada menos que mediano. Bem assim. Não é nem muito bom, nem muito ruim. É, sei lá, “aguentável”.

Essa é minha definição de medíocre, não fede nem cheira.

Mas eu odeio mediocridade e isso se aplica em termos que vão da minha profissão a minha vida amorosa.

Em termos profissionais, um publicitário jamais pode ser medíocre, o mercado não tem espaço para o comum, pro pouco valor, pro pouco destaque e pra pouca originalidade. Ausência de mérito, e cá entre nós, publicitário ama mérito, prêmio, troféu e competição.

Alguém discorda? Que atire a primeira pedra. Mas atira direito!

Na vida amorosa, ou você ama, confia e vai com tudo ou não vai. Em cima do muro só fica indecisos, e indecisão não combina com sucesso. E isso ai eu garanto e nem preciso ser um Roberto Justus da vida pra saber.

Na vida pessoal você não pode ter meio termo, ou eu tomo essa decisão ou não tomo. Até porque tem decisões que mudam nossa vida pra sempre. Não dá pra brincar com saúde, com meu bem-estar, com as minhas necessidades básicas. Não, não dá!

Falei, falei e falei né? O quero dizer com tudo isso é que a vida não aceita pessoas medíocres. Cruel né? Sem dúvida, mas você nasceu e só tem uma opção: Lutar ou morrer.

Brincadeiras a parte, descobri que a vida não vai me dar tempo pra chorar no fim do meu namoro, que a vida não vai esperar eu recuperar de uma discussão com um amigo, que ela não vai ter pena se gritaram injustamente comigo no trabalho. Que ela não tá nem ai se eu fui mal na prova, semana que vem tem outra e semestre que vem tem mais. E quer saber? As pessoas andam no ritmo da vida, ninguém quer saber também.

Qual a solução então. Se eu soubesse seria bilionária e estaria escrevendo pro New York Times sobre economia e comportamento. Mas o que eu garanto é que olhar pro futuro com bons olhos e vestida de coragem tem me levado onde eu quero.

Não significa que nunca perdi tempo chorando, resmungando, reclamando e brigando. Mas no fundo eu aprendi e a vida não tem me vencido mais no quesito ousar. Aliás, acho que nasci ousada demais e foi assim que cheguei aqui. Aqui onde Sabrina, aqui onde… ( Estou pensando, mas gosto do meu aqui e do meu agora).

Vai vivendo, vai ousando, vai sendo pino redondo no buraco quadrado ( Jack Keuoroac), vai aprendendo a argumentar, vai adquirindo inteligência emocional, trejeito nos relacionamentos, qualidade no trabalho, sabedoria no amor.

Um dia você encontra seu lá. E você vai saber onde é o seu lá.

E deixa eu ir lá, que meu dia tá correndo e a vida não me espera.

Vou deixar aqui um link pra vocês lerem!

( Leia, Leia, Leia, Leia!)

http://www.jornaldoempreendedor.com.br/destaques/inspiracao/os-8-segredos-da-coragem-e-resiliencia#

 

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